Eis que, quando
nada mais nos
houver a esconder,
brotará, finalmente,
preci(o)so
e genuíno
silêncio.
A espera é quando o coração vai de avião
e os ponteiros do relógio andam de bicicleta.
*Pedro Antônio de Oliveira*
...mundos aqui.
Um comentário:
Eloquente silêncio.
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