Atirava-me ávida a bocas alheias, na esperança de ser digerida. Para meu próprio bem, hoje só lhes entrego o quimo. Ao esgoto o que não nutri-los. O que podiam regurgitar já assimilei. Por favor, não me vomitem mais em mim.
A espera é quando o coração vai de avião
e os ponteiros do relógio andam de bicicleta.
*Pedro Antônio de Oliveira*
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