Será a morte o momento
em que a enternidade desistirá de me convencer
a aceitar a dádiva da existência?
Ou será o reconhecimento de que,
ao assimilar existir, estarei, enfim, pronta,
e, por isso mesmo, merecedora
do bálsamo da finitude?
Me pergunto quantas vezes durante a vida uma pessoa é um agente duplo.
Quantas vidas é possível viver em uma. Quantas pessoas pode-se descobrir
dentro d...
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