A tristeza tem parido uma satisfação maternal:
estar triste faz-me escrever poesia
e cada poema que encerro é um filho gerado
- para mim e para o mundo.
Estar triste nem é tão ruim assim:
pensando bem, parece-me o sexo
tanta força orgástica a fim da compulsiva (re)produção.
Neste mês de outubro tão especial, tive a alegria de estar novamente com as
alunas e os alunos do *Instituto Educacional Manoel Pinheiro (IEMP)*, em
Belo...
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