Meu espírito se apaixona, ambulante,
por uns homens lindos e puros...
Ele vai e volta, e ama, fugaz,
esses meninos incertos...
Espiralando, de galho em galho,
porque no chão não se sente bem,
meu espírito vai criando asas...
E um dia ele há de voar.
Me pergunto quantas vezes durante a vida uma pessoa é um agente duplo.
Quantas vidas é possível viver em uma. Quantas pessoas pode-se descobrir
dentro d...
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